Não me serve de nada zangar com a vida e muito menos contigo mas também não tenho paciência para fingimentos nem pretensos desejos de grande felicidade.
Que sejas feliz...sim com pena que não o sejas comigo já que nisso acreditei durante o tempo que me pareceu a eternidade da verdade.
Zangada com esta coisa de acreditar, do destino, de parecer que algo esteve perto de fazer sentido mas só eu é que nisso acreditei. Que podia ser "mesmo eu mesma" só porque tinha encontrado (finalmente) alguém que mo deixava ser assim:eu! Achar por vezes que isso era tal luxo que roçava o egoísmo...mas adormecer de consciência tranquila por saber que te dava a mesma liberdade!
"Adoro-te, amo-te como a minha mulher, como mulher que és"...blá,blá,blá...
Ando zangada com todas estas crenças e mais algumas desde que me disseste que afinal nada era assim.
Que não me aturas mais e que nada posso fazer para mudar isso porque pura e simplesmente afinal não gostas do eu que sou...

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