sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

É sempre assim...

Há sempre um começo e normalmente ele é associado a um fim...o fim do que começou que dá origem ao início de um começo que trará um outro fim cada vez para mais perto...
Por enquanto estamos assim, no começo. Não quero pensar já no fim, está-me a saber tão bem esta felicidade que me dás a sentir que te escrevo Obrigada!
É um novo começo e espero que se mantenha a nossa coragem e ausência de medo, a nossa capacidade de brincarmos com esta situação toda e de nos rirmos do que já conhecemos de nós próprios e do outro.
É um novo começo e queria que esta fase de descoberta se prolongasse até que comecemos a saber de cor o que o outro vai fazer e dizer...
Estamos em plena queda, depois do salto da prancha foi com (alguma) certeza que nos lançámos mas é com este pavor que sorrimos e nos deixamos cair sem saber como é este fundo de mar...
Dou-te todas estas reticências e deixo-te de presente um beijo que te quero prolongar mais tarde enquanto me desembrulhas o coração!
Estou a gostar deste início...

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

O que eu acho não interessa para nada.
Esta é a mais pura das verdades...
Quis encontrar-me contigo numa qualquer noite de Novembro e...não achaste por bem. Quis encontrar-me contigo num fim de semana em Lisboa e...não achaste razoável. Pediste que esperasse umas cinco semanas, argumentei e desunhei-me para te mostrar o desperdício de tempo quando podíamos ter a uma quase eternidade (daquelas que duram apenas até ao fim) para nada, esperei as cinco semanas para o fim deveras anteriormente anunciado...tentei ainda outro encontro e também tive que ceder aos teus argumentos e contentar-me com chamadas intercontinentais...portanto...na última tentativa veio desse lado o Sim que nos conduziu a uma tarde muito bem passada...uma luz ao fundo de um túnel que rapidamente se concretizou na silhueta de um...comboio!
O que eu acho ou sinto não te chega ao coração e muito menos aos ouvidos que tens entorpecidos...
O que te dou a sentir através de tanto que te disse serviu para pendurares num corredor onde quadros de memórias passadas se acumulam e te consolam o medo que tens de não consegui-las viver de verdade!
Perguntas-me o que acho e na verdade só queres é sentir que ainda aqui estou...Pois não estou e não acho, sei!