sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

O que eu acho não interessa para nada.
Esta é a mais pura das verdades...
Quis encontrar-me contigo numa qualquer noite de Novembro e...não achaste por bem. Quis encontrar-me contigo num fim de semana em Lisboa e...não achaste razoável. Pediste que esperasse umas cinco semanas, argumentei e desunhei-me para te mostrar o desperdício de tempo quando podíamos ter a uma quase eternidade (daquelas que duram apenas até ao fim) para nada, esperei as cinco semanas para o fim deveras anteriormente anunciado...tentei ainda outro encontro e também tive que ceder aos teus argumentos e contentar-me com chamadas intercontinentais...portanto...na última tentativa veio desse lado o Sim que nos conduziu a uma tarde muito bem passada...uma luz ao fundo de um túnel que rapidamente se concretizou na silhueta de um...comboio!
O que eu acho ou sinto não te chega ao coração e muito menos aos ouvidos que tens entorpecidos...
O que te dou a sentir através de tanto que te disse serviu para pendurares num corredor onde quadros de memórias passadas se acumulam e te consolam o medo que tens de não consegui-las viver de verdade!
Perguntas-me o que acho e na verdade só queres é sentir que ainda aqui estou...Pois não estou e não acho, sei!

Sem comentários:

Enviar um comentário