Não sei por onde começar porque esta é das poucas vezes na minha vida em que não sei bem o que se passa nem como pode acabar o que ainda agora é um sopro...deste coração!
Estou (mesmo) a tentar não ser obstinada com isto e ser o mais livre que me autorizo. Acredita que é difícil...
Cada dia é mesmo uma novidade, um desafio a quem a ele poucas vezes quer chegar. Mas também é sempre uma nova oportunidade de ser mais e melhor, de mim e para os outros.
A liberdade que nos damos é a que desejamos aos outros e a que damos a quem queremos amarrar?? Mesmo sabendo que invento asas nessas costas, não me consigo mentir pois queria vê-las (esvoaçando?) por perto!
Abro as janelas e inspiro, primeiro muito a medo, assim como astronauta que tira o capacete num planeta cujo ar não sabe se os pulmões conseguem suportar...depois é já de portas escancaradas que espero que a liberdade que te ofereço não seja motivo para fuga e despedida quando...ainda nem bem te disse olá!
Corro o risco, também de cabeça erguida e peito aberto (vestida!). Vai...vai...vai...vai...mas volta!*

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